{"id":563,"date":"2018-03-16T22:39:07","date_gmt":"2018-03-17T01:39:07","guid":{"rendered":"http:\/\/batista-ma.org.br\/?p=563"},"modified":"2020-10-27T11:39:42","modified_gmt":"2020-10-27T14:39:42","slug":"ordem-dos-pastores-batista-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/batista-ma.org.br\/?p=563","title":{"rendered":"APRESENTA\u00c7\u00c3O ORDEM DOS PASTORES BATISTAS"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_755\" aria-describedby=\"caption-attachment-755\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"http:\/\/www.opbb.org.br\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-755 size-medium\" src=\"https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB-300x300.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB-300x300.jpg 300w, https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB-150x150.jpg 150w, https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB-160x160.jpg 160w, https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB-320x320.jpg 320w, https:\/\/batista-ma.org.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/LOGO-OPBB.jpg 520w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-755\" class=\"wp-caption-text\"><span style=\"color: #ff0000;\">CLIQUE NO LOGO PARA MAIORES INFORMA\u00c7\u00d5ES SOBRE A ORDEM DE PASTORES DO BRASIL<\/span><\/figcaption><\/figure>\n<h4><\/h4>\n<h3 style=\"text-align: center;\">C\u00d3DIGO DE \u00c9TICA DA OPBB<\/h3>\n<p><strong>PRE\u00c2MBULO<\/strong><br \/>\nA Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, fundada em 1940, \u00e9 uma Associa\u00e7\u00e3o Civil\u00a0federativa, de car\u00e1ter religioso, formada das Se\u00e7\u00f5es existentes no \u00e2mbito das\u00a0Conven\u00e7\u00f5es Batistas Estaduais, ou Regionais, composta de Pastores Batistas,\u00a0membros de Igrejas filiadas \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o Batista Brasileira.<\/p>\n<p>2. C\u00f3digo de \u00e9tica \u00e9 um conjunto de normas indicativas da identidade relacional de\u00a0um grupo. Seu objetivo \u00e9 explicitar como aquele grupo se compromete a realizar os\u00a0seus objetivos de modo compat\u00edvel com os princ\u00edpios \u00e9ticos gerais.\u00a0Um c\u00f3digo de \u00e9tica geralmente \u00e9 um documento que se inicia pelas disposi\u00e7\u00f5es\u00a0preliminares, com defini\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, seguido por dois eixos de normas \u2013 direitos e\u00a0deveres.<\/p>\n<p>Os direitos delineiam, basicamente, o perfil do grupo.<br \/>\nOs deveres mostram a amplitude de relacionamento que o grupo possui, indicando,\u00a0tamb\u00e9m, as virtudes exig\u00edveis e necess\u00e1rias no exerc\u00edcio da atividade do grupo, de\u00a0modo a abranger o relacionamento com os mais variados ambientes e pessoas\u00a0relacionadas com cada componente do grupo.<\/p>\n<p>O presente Projeto, que \u00e9 aplicado ao minist\u00e9rio pastoral batista, se fundamenta\u00a0nos ideais \u00e9ticos b\u00edblicos.<br \/>\nO C\u00f3digo de \u00c9tica, da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, tomou por base o\u00a0C\u00f3digo anterior, bem como o C\u00f3digo preparado pela Se\u00e7\u00e3o de S\u00e3o Paulo. A sua\u00a0organiza\u00e7\u00e3o, a indica\u00e7\u00e3o de Artigos e demais dispositivos seguem as prescri\u00e7\u00f5es da\u00a0Lei Complementar n\u00ba 95 (25\/02\/1998) e do Decreto n\u00ba 2.954 (29\/01\/1999).<\/p>\n<p><strong>DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES PRELIMINARES<\/strong><br \/>\nArt. 1\u00ba \u2013 O presente C\u00f3digo de \u00c9tica, doravante C\u00f3digo, regulamenta os direitos e\u00a0deveres dos pastores inscritos na Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, formada\u00a0das Se\u00e7\u00f5es existentes, no \u00e2mbito das Conven\u00e7\u00f5es Batistas Estaduais ou Regionais,\u00a0aqui chamadas de Ordem e Se\u00e7\u00f5es, respectivamente.<br \/>\n\u00a7 1\u00b0 \u2013 Compete \u00e0 Ordem zelar pela observ\u00e2ncia deste C\u00f3digo e seus princ\u00edpios;\u00a0firmar jurisprud\u00eancia e atuar nos casos omissos.<br \/>\n\u00a7 2\u00b0 \u2013 Compete \u00e0 Ordem e \u00e0s Se\u00e7\u00f5es zelarem pela observ\u00e2ncia dos princ\u00edpios,\u00a0diretrizes e aplica\u00e7\u00e3o deste C\u00f3digo,<br \/>\n\u00a7 3\u00b0 \u2013Cabe ao Pastor Batista e aos interessados comunicar, conforme instru\u00e7\u00f5es\u00a0deste C\u00f3digo, diretamente, ou atrav\u00e9s de suas Se\u00e7\u00f5es, \u00e0 Ordem, com clareza e\u00a0embasamento, fatos que caracterizem a inobserv\u00e2ncia do presente C\u00f3digo e das\u00a0normas que regulamentam o exerc\u00edcio do minist\u00e9rio pastoral nos seus mais<br \/>\nvariados aspectos.<br \/>\n\u00a7 4\u00ba &#8211; A Ordem poder\u00e1 introduzir altera\u00e7\u00f5es no presente c\u00f3digo, nos termos do art.\u00a045, por meio de discuss\u00f5es com seus filiados ou propostas das Se\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba \u2013 Os infratores do presente c\u00f3digo sujeitar-se-\u00e3o \u00e0s penas nele previstas.<\/p>\n<p><strong>DOS PRINC\u00cdPIOS GERAIS<\/strong><br \/>\nArt. 3\u00ba \u2013 O Pastor Batista, de que trata este C\u00f3digo, \u00e9 o ministro religioso, que\u00a0atua na prega\u00e7\u00e3o e comunica\u00e7\u00e3o do Evangelho, no minist\u00e9rio eclesi\u00e1stico e\u00a0denominacional, reabilitando e aperfei\u00e7oando vidas, sem discrimina\u00e7\u00e3o de qualquer\u00a0natureza.<br \/>\nArt. 4\u00ba \u2013 O Pastor compromete-se com o bem-estar das pessoas sob seus\u00a0cuidados, utilizando todos os recursos l\u00edcitos e \u00e9ticos dispon\u00edveis, para proporcionar\u00a0o melhor atendimento poss\u00edvel, agindo com o m\u00e1ximo de zelo e o melhor de sua\u00a0capacidade, assumindo a responsabilidade por qualquer ato ministerial ou pessoal<br \/>\ndo qual participou.<br \/>\nArt. 5\u00ba \u2013 O Pastor tem o dever de exercer seu minist\u00e9rio religioso com honra,\u00a0dignidade e a exata compreens\u00e3o de sua responsabilidade, devendo, para tanto, ter\u00a0boas condi\u00e7\u00f5es de trabalho, fazendo jus \u00e0 remunera\u00e7\u00e3o justa.<br \/>\nArt. 6\u00ba \u2013 O Pastor deve aprimorar sempre seus conhecimentos e usar, no exerc\u00edcio\u00a0de seu minist\u00e9rio, o melhor do progresso t\u00e9cnico-cient\u00edfico nas pesquisas b\u00edblicas e\u00a0teol\u00f3gicas.<br \/>\nArt. 7\u00ba \u2013 O Pastor deve honrar sua responsabilidade para com os outros colegas de\u00a0minist\u00e9rio, mantendo elevado n\u00edvel de dignidade e harmonioso relacionamento com\u00a0todas as pessoas.<br \/>\n<strong>DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS DO PASTOR<\/strong><br \/>\nArt. 8\u00ba \u2013 S\u00e3o direitos fundamentais do Pastor:<br \/>\nI \u2013 exercer o seu minist\u00e9rio religioso sem ser discriminado por quest\u00f5es de cor,\u00a0ra\u00e7a, ordem pol\u00edtica, social, econ\u00f4mica ou de qualquer outra natureza;<br \/>\nII \u2013 ter condi\u00e7\u00f5es de trabalhar em ambiente que honre e dignifique seu\u00a0minist\u00e9rio;<br \/>\nIII \u2013 resguardar o segredo de ordem profissional;<br \/>\nIV &#8211; ser cientificado de qualquer den\u00fancia ou documento que a Ordem vier a\u00a0receber sobre sua pessoa ou minist\u00e9rio;<br \/>\nV \u2013 defender-se em processo ou julgamento a seu respeito;<br \/>\nVI \u2013 ser cientificado por colega que sabe de informa\u00e7\u00f5es ou fatos que venham\u00a0desabonar seu nome, minist\u00e9rio ou fam\u00edlia;<br \/>\nVII \u2013 recusar submeter-se a diretrizes contr\u00e1rias ao exerc\u00edcio digno, \u00e9tico e b\u00edblico\u00a0do minist\u00e9rio pastoral;<br \/>\nVIII \u2013 exercer o minist\u00e9rio com liberdade dentro dos princ\u00edpios b\u00edblicos, n\u00e3o sendo\u00a0obrigado a aceitar fun\u00e7\u00f5es e responsabilidades incompat\u00edveis com seus dons e\u00a0talentos ou contra sua compreens\u00e3o doutrin\u00e1ria e consci\u00eancia;<br \/>\nIX \u2013 apontar falhas nos regulamentos e normas das institui\u00e7\u00f5es em que trabalha\u00a0quando julgar indignas no exerc\u00edcio do minist\u00e9rio ou prejudiciais \u00e0s pessoas,\u00a0devendo, nesse caso, dirigir-se aos \u00f3rg\u00e3os competentes;<br \/>\nX \u2013 requerer \u00e0 Ordem desagravo p\u00fablico quando atingido no exerc\u00edcio de seu\u00a0minist\u00e9rio ou vida pessoal, por outro colega.<br \/>\n<strong>DOS DEVERES FUNDAMENTAIS DO PASTOR<\/strong><br \/>\nArt. 9\u00ba \u2013 Constituem deveres fundamentais do pastor:<br \/>\nI \u2013 exercer o minist\u00e9rio mantendo comportamento digno, zelando e valorizando\u00a0a dignidade do minist\u00e9rio pastoral;<br \/>\nII \u2013 manter atualizados os conhecimentos b\u00edblicos, teol\u00f3gicos, ministeriais e\u00a0culturais necess\u00e1rios ao pleno exerc\u00edcio de sua fun\u00e7\u00e3o ministerial;<br \/>\nIII \u2013 zelar pela sa\u00fade espiritual e pela dignidade das pessoas que lidera e com\u00a0quem se relaciona no exerc\u00edcio de seu minist\u00e9rio;<br \/>\nIV \u2013 guardar segredo profissional, resguardando a privacidade das pessoas que\u00a0sejam ou n\u00e3o membros da igreja que pastoreia;<br \/>\nV \u2013 promover a sa\u00fade espiritual coletiva no desempenho de suas fun\u00e7\u00f5es,\u00a0independentemente de exercer o minist\u00e9rio dentro ou fora do \u00e2mbito eclesi\u00e1stico,\u00a0bem como no \u00e2mbito denominacional;<br \/>\nVI \u2013 propugnar pela harmonia entre os colegas de minist\u00e9rios;<br \/>\nVII \u2013 abster-se da pr\u00e1tica de atos que impliquem mercantiliza\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio\u00a0pastoral e eclesi\u00e1stico ou sua m\u00e1 conceitua\u00e7\u00e3o, pois o exerc\u00edcio do minist\u00e9rio\u00a0pastoral \u00e9 incompat\u00edvel com qualquer procedimento de mercantiliza\u00e7\u00e3o;<br \/>\nVIII \u2013 assumir responsabilidade pelos atos praticados;<br \/>\nIX \u2013 afastar-se do tratamento de situa\u00e7\u00e3o em que est\u00e3o envolvidos parentes e a\u00a0pr\u00f3pria fam\u00edlia, especialmente se tiver algum cargo ou fun\u00e7\u00e3o decis\u00f3ria;<br \/>\nX \u2013 n\u00e3o utilizar indevidamente o conhecimento obtido em aconselhamento ou\u00a0pr\u00e1tica ministerial equivalente ou mesmo o conhecimento teol\u00f3gico e da autoridade\u00a0emanada do cargo ou fun\u00e7\u00e3o ministerial, como instrumento de manipula\u00e7\u00e3o de\u00a0pessoas ou obten\u00e7\u00e3o de favores pessoais, econ\u00f4micos ou familiares;<br \/>\nXI \u2013 nunca fazer ou se utilizar de den\u00fancias an\u00f4nimas, mas seguir os princ\u00edpios\u00a0b\u00edblicos, especialmente os descritos em Mateus 18.15-17, para corrigir o erro de\u00a0um irm\u00e3o na f\u00e9 ou colega de minist\u00e9rio;<br \/>\nXII \u2013 n\u00e3o faltar com o decoro parlamentar, sempre agindo de modo equilibrado\u00a0nas participa\u00e7\u00f5es parlamentares, seja na Igreja, seja na vida denominacional;<br \/>\nXIII \u2013 n\u00e3o ser conivente com erros doutrin\u00e1rios ou ministeriais;<br \/>\nXIV \u2013 n\u00e3o anunciar e utilizar t\u00edtulos que n\u00e3o possua;<br \/>\nXV \u2013 n\u00e3o se utilizar de dados imprecisos, n\u00e3o comprovados ou falsos para\u00a0demonstrar a validade de pr\u00e1tica ministerial ou de argumentos em serm\u00f5es,\u00a0palestras, etc.<br \/>\nXVI \u2013 n\u00e3o divulgar publicamente, nem a terceiros reservadamente, casos que\u00a0est\u00e3o sendo tratados ministerialmente ou em aconselhamento, mesmo que omita\u00a0nomes;<br \/>\nXVII \u2013 responsabilizar-se por toda informa\u00e7\u00e3o que divulga e torna p\u00fablica ou a\u00a0terceiros reservadamente;<br \/>\nXVIII \u2013 n\u00e3o utilizar palavras chulas e torpes na prega\u00e7\u00e3o, em palestras e no trato\u00a0p\u00fablico;<br \/>\nXIX \u2013 n\u00e3o aceitar servi\u00e7o ou atividade ministerial que saiba estar entregue a outro\u00a0Pastor, sem conhecer as raz\u00f5es da substitui\u00e7\u00e3o ou da impossibilidade do\u00a0substitu\u00eddo;<br \/>\nXX \u2013 quando convidado a pregar, dar palestras, consultoria ministerial ou\u00a0qualquer outro servi\u00e7o em Igreja que possua o seu pr\u00f3prio Pastor, indagar de quem\u00a0faz o convite se o Pastor concordou com o convite e, em seguida, procurar o Pastor\u00a0e acertar com ele os detalhes da tarefa a executar;<br \/>\nXXI \u2013 indenizar prontamente o preju\u00edzo que causar, por neglig\u00eancia, erro\u00a0inescus\u00e1vel ou dolo;<br \/>\nXXII \u2013 apresentar-se ao p\u00fablico de modo compat\u00edvel com a dignidade do\u00a0minist\u00e9rio pastoral, sendo cumpridor de seus compromissos e s\u00f3brio em seu\u00a0procedimento;<br \/>\nXXIII \u2013 evitar, o quanto possa, que membros da Igreja que pastoreia, pratiquem\u00a0atos reprovados pelas leis do Pa\u00eds e pelos princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00edblicos;<br \/>\nXXIV \u2013 abster-se de pronunciamento tendencioso ou discuss\u00e3o est\u00e9ril sobre\u00a0assuntos doutrin\u00e1rios e ministeriais;<br \/>\nXXV \u2013 consultar a Comiss\u00e3o de \u00c9tica de sua Se\u00e7\u00e3o, quando em d\u00favida sobre\u00a0quest\u00f5es n\u00e3o previstas neste C\u00f3digo;<br \/>\nXXVI \u2013 atuar com absoluta imparcialidade em todo aspecto ministerial e\u00a0envolvimento denominacional, n\u00e3o ultrapassando os limites de sua atribui\u00e7\u00e3o e\u00a0compet\u00eancia, quando no exerc\u00edcio de cargos eletivos ou executivos, eclesi\u00e1sticos ou\u00a0denominacionais;<br \/>\nXXVII \u2013 n\u00e3o acobertar erro ou conduta anti\u00e9tica de outro Pastor;<br \/>\nXXVIII \u2013 n\u00e3o se utilizar de sua posi\u00e7\u00e3o para impedir que seus subordinados e\u00a0membros da Igreja atuem dentro dos princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00edblicos;<br \/>\nXXIX \u2013 n\u00e3o se aproveitar de situa\u00e7\u00f5es decorrentes do relacionamento pastoral\u00a0para obter vantagens financeiras, pol\u00edticas ou de qualquer outra natureza;<br \/>\nXXX \u2013abster-se de patrocinar causa contr\u00e1ria \u00e0 \u00e9tica b\u00edblica e \u00e0s leis do Pa\u00eds, que\u00a0venham prejudicar a reputa\u00e7\u00e3o do minist\u00e9rio pastoral;<br \/>\nXXXI \u2013 evitar a participa\u00e7\u00e3o em demandas judiciais contra irm\u00e3os na f\u00e9, colegas de\u00a0minist\u00e9rio, igrejas, entidades, institui\u00e7\u00f5es ou qualquer \u00f3rg\u00e3o denominacional,\u00a0conforme princ\u00edpios \u00e9tico-crist\u00e3os em I Cor\u00edntios 6. 1-11.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 No caso de demanda justa ou reclama\u00e7\u00e3o contra Igreja,\u00a0entidade, institui\u00e7\u00e3o ou executivos no exerc\u00edcio de sua fun\u00e7\u00e3o, o pastor dever\u00e1\u00a0preferir utilizar-se dos \u00f3rg\u00e3os crist\u00e3os, preferencialmente, os denominacionais, para\u00a0apresentar suas reclama\u00e7\u00f5es e exig\u00eancias.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A SUA VIDA PESSOAL<\/strong><br \/>\nArt. 10 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua vida pessoal o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 desenvolver uma vida devocional, aplicando-se con\u00edinua e regularmente \u00e0\u00a0ora\u00e7\u00e3o e ao estudo da Palavra de Deus (I Tim\u00f3teo 4.7; Atos 6.4);<br \/>\nII \u2013 ser estudioso, mantendo-se atualizado com o pensamento teol\u00f3gico, a\u00a0literatura b\u00edblica e a cultura geral (II Tim\u00f3teo 3.16, 17; I Tim\u00f3teo 3.2),\u00a0participando, na medida de suas condi\u00e7\u00f5es, em encontros e confer\u00eancias, que<br \/>\ncontribuam para o crescimento de seu minist\u00e9rio;<br \/>\nIII \u2013 cultivar continuamente a renova\u00e7\u00e3o de sua mente de modo a prepar\u00e1-la para\u00a0enfrentar os diversos desafios de sua vida como ministro de Deus, perseverando na\u00a0manuten\u00e7\u00e3o da pureza de seus pensamentos (Romanos 12.2);<br \/>\nIV \u2013 desenvolver depend\u00eancia cont\u00ednua da a\u00e7\u00e3o de Deus, deixando de lado\u00a0sentimentos que contrariem essa depend\u00eancia, como o \u00f3dio, a vingan\u00e7a, o rancor,\u00a0a m\u00e1goa, a agressividade, o esp\u00edrito cr\u00edtico negativista;<br \/>\nV \u2013 como l\u00edder moral e espiritual do povo de Deus, desenvolver a sua vida\u00a0interior e o seu car\u00e1ter de modo a ser um modelo de conduta em todos os sentidos\u00a0e um exemplo de pureza em suas conversa\u00e7\u00f5es e atitudes (I Pedro 5.3; I Tim\u00f3teo\u00a04.12);<br \/>\nVI \u2013 manter a sua sa\u00fade f\u00edsica e emocional com bons h\u00e1bitos de alimenta\u00e7\u00e3o e o\u00a0devido cuidado de seu corpo;<br \/>\nVII \u2013 administrar bem o seu tempo de modo a equilibrar obriga\u00e7\u00f5es pessoais,\u00a0deveres eclesi\u00e1sticos e responsabilidades familiares;<br \/>\nVIII \u2013 ser honesto e respons\u00e1vel em sua vida financeira, pagando em dia todos\u00a0seus compromissos, n\u00e3o procurando benesses ou privil\u00e9gios por ser pastor,<br \/>\nofertando generosamente para boas causas e adotando um estilo crist\u00e3o de vida,\u00a0pautado pela simplicidade e amor;<br \/>\nIX \u2013 ser verdadeiro em sua palavra, pregando ou ensinando, jamais plagiando\u00a0trabalhos de outrem, exagerando os fatos, fazendo mau uso de experi\u00eancias\u00a0pessoais ou divulgando maledic\u00eancia;<br \/>\nX \u2013 ser como Cristo em atitudes e a\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o a todas as pessoas,\u00a0independentemente de ra\u00e7a, condi\u00e7\u00e3o social, sexo, religi\u00e3o ou posi\u00e7\u00e3o de influ\u00eancia\u00a0dentro da Igreja ou da comunidade.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A FAM\u00cdLIA<\/strong><br \/>\nArt. 11 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua fam\u00edlia o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 tratar com justi\u00e7a todos os membros de sua fam\u00edlia, dando-lhes o tempo, o\u00a0amor e a considera\u00e7\u00e3o que precisam;<br \/>\nII \u2013 ter como companheira uma mulher em condi\u00e7\u00f5es de ajud\u00e1-lo no minist\u00e9rio (I\u00a0Tim\u00f3teo 3.2,11), uma vez que, como Pastor, ele aspira \u00e0 excelente obra do\u00a0episcopado;<br \/>\nIII \u2013 compreender o papel singular de seu c\u00f4njuge, reconhecendo\u00a0sua responsabilidade e companheirismo no casamento e o cuidado dos filhos;<br \/>\nIV \u2013 tratar o c\u00f4njuge e filhos como estabelece a Palavra de Deus, constituindo-se\u00a0exemplo para o rebanho (Ef\u00e9sios 5.24-33; 6.4; I Tim\u00f3teo 3.4,5);<br \/>\nV \u2013 proceder corretamente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sua fam\u00edlia, esfor\u00e7ando-se para dar-lhe o\u00a0sustento adequado, o vestu\u00e1rio, a educa\u00e7\u00e3o, a assist\u00eancia m\u00e9dica, bem como o\u00a0tempo que merece (I Pedro 3.7; I Tim\u00f3teo 3.4,5; Tito 1.6; Lucas 11.11,13);<br \/>\nVI \u2013 evitar comentar, em presen\u00e7a dos filhos, os problemas, afli\u00e7\u00f5es ou frustra\u00e7\u00f5es\u00a0da obra pastoral (I Cor\u00edntios 4.1-4), demonstrando, contudo, para eles os desafios\u00a0cont\u00ednuos que est\u00e3o presentes no minist\u00e9rio;<br \/>\nVII \u2013 reconhecer a a\u00e7\u00e3o de seu c\u00f4njuge, junto \u00e0 fam\u00edlia, como algo essencial, n\u00e3o o\u00a0envolvendo em tarefas eclesi\u00e1sticas que venham comprometer seu desempenho\u00a0familiar ou contr\u00e1rias aos seus dons e talentos (I Pedro 3.7).<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A IGREJA<\/strong><br \/>\nArt. 12 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Igreja em que exerce o seu minist\u00e9rio, o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 tratar a Igreja com toda considera\u00e7\u00e3o e estima, sabendo que ela \u00e9 de Cristo\u00a0(Ef\u00e9sios 5.23,25; I Pedro 5.2);<br \/>\nII \u2013 quando sustentado pela Igreja, considerar ponto de honra dedicar-se ao\u00a0minist\u00e9rio pastoral, n\u00e3o participando de qualquer outra incumb\u00eancia, mesmo na\u00a0Causa, sem conhecimento da Igreja (I Tim\u00f3teo 5.17);<br \/>\nIII \u2013 quando Pastor de dedica\u00e7\u00e3o exclusiva, n\u00e3o aceitar qualquer outro trabalho\u00a0remunerado sem o expresso consentimento da Igreja (I Tim\u00f3teo 5.18; 6.9; II\u00a0Tim\u00f3teo 2.4);<br \/>\nIV \u2013 ser imparcial no seu trabalho pastoral, n\u00e3o se deixando levar por partidos ou\u00a0prefer\u00eancias pessoais. Deve, pelo contr\u00e1rio, levar a Igreja a fazer somente a\u00a0vontade do Senhor (I Pedro 5.1-3;3.2);<br \/>\nV \u2013 n\u00e3o assumir compromissos financeiros pela Igreja sem sua autoriza\u00e7\u00e3o.<br \/>\nVI \u2013 respeitar as decis\u00f5es da Igreja, com prud\u00eancia e amor, orientando seu\u00a0rebanho e esclarecendo-o na tomada de decis\u00f5es administrativas;<br \/>\nVII \u2013 procurar ser um pastor-servo da Igreja, seguindo o exemplo de Cristo, na f\u00e9,\u00a0no amor, em sabedoria, na coragem e na integridade;<br \/>\nVIII \u2013 ser razo\u00e1vel e imparcial em rela\u00e7\u00e3o a todos os membros da Igreja, no\u00a0cumprimento de seus deveres pastorais, zelando pela privacidade de cada um\u00a0deles;<br \/>\nIX \u2013 dedicar tempo adequado \u00e0 ora\u00e7\u00e3o e ao preparo, de forma a ser a sua\u00a0mensagem biblicamente fundada, teologicamente correta e claramente transmitida.<br \/>\nX \u2013 manter rigorosa confidenciabilidade no aconselhamento pastoral, a n\u00e3o ser\u00a0nos casos em que a revela\u00e7\u00e3o seja necess\u00e1ria para evitar danos \u00e0s pessoas ou\u00a0atender \u00e0s exig\u00eancias da lei, conforme normatiza\u00e7\u00e3o deste C\u00f3digo;<br \/>\nXI \u2013 procurar levar pessoas \u00e0 salva\u00e7\u00e3o e a tornarem-se membros da Igreja,\u00a0sem, entretanto, manipular os convertidos, fazer proselitismo de membros de\u00a0outras Igrejas ou menosprezar outras religi\u00f5es;<br \/>\nXII \u2013 n\u00e3o cobrar qualquer valor material aos membros da Igreja, pela ministra\u00e7\u00e3o\u00a0em casamentos, funerais, anivers\u00e1rios e outros; quanto aos n\u00e3o-membros,\u00a0estabelecer procedimentos que levem em conta oportunidades de servir e\u00a0testemunhar do Evangelho;<br \/>\nXIII \u2013 n\u00e3o promover ou aprovar qualquer manobra para manter-se em seu cargo,\u00a0ou ainda obter, para isso, qualquer posi\u00e7\u00e3o denominacional; deve, antes, colocar se,\u00a0exclusivamente, nas m\u00e3os de Deus para fazer o que lhe aprouver (I Cor\u00edntios\u00a010.23,31);<br \/>\nXIV \u2013 ser prudente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 aceita\u00e7\u00e3o de convite para o pastorado, n\u00e3o se\u00a0oferecendo ou insinuando, mas buscando a orienta\u00e7\u00e3o e a dire\u00e7\u00e3o do Esp\u00edrito Santo\u00a0(Atos 13.1-2);<br \/>\nXV \u2013 n\u00e3o insistir em permanecer numa Igreja quando perceber que seu\u00a0minist\u00e9rio n\u00e3o est\u00e1 contribuindo para a edifica\u00e7\u00e3o da pr\u00f3pria Igreja e o crescimento\u00a0do reino de Deus (Filipenses 1.24-25);\u00a0XVI \u2013 recebendo algum convite para pastorear outra Igreja, n\u00e3o utiliz\u00e1-lo como\u00a0recurso, para auferir vantagens no atual minist\u00e9rio, ou qualquer constrangimento;<br \/>\nXVII \u2013 n\u00e3o deixar seu pastorado sem pr\u00e9vio conhecimento da Igreja;\u00a0XVIII \u2013 apresentar sua ren\u00fancia \u00e0 Igreja somente quando estiver realmente\u00a0convencido de que deve afastar-se do pastorado, n\u00e3o utilizando a ren\u00fancia como\u00a0recurso para auferir vantagens pessoais ou posi\u00e7\u00e3o pol\u00edtica a seu favor;\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 XIX \u2013 ao deixar uma Igreja para outro pastorado, n\u00e3o fazer refer\u00eancias desairosas<br \/>\ncontra a Igreja de onde saiu.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM O TRABALHO<\/strong><br \/>\nArt. 13 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o ao trabalho que exerce, o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 exercer seu minist\u00e9rio com toda a dedica\u00e7\u00e3o e fidelidade a Cristo (I Cor\u00edntios\u00a04.1,2);<br \/>\nII \u2013 como servo de Cristo a servi\u00e7o de sua Igreja, portanto, n\u00e3o receber outros\u00a0pagamentos, al\u00e9m de seu sustento regular, por qualquer servi\u00e7o que a ela preste (ITim\u00f3teo 5.17,18);<br \/>\nIII \u2013 zelar pelo decoro do p\u00falpito, tanto quanto por seu preparo e fidelidade na\u00a0comunica\u00e7\u00e3o da mensagem divina ao seu povo, como por sua apresenta\u00e7\u00e3o\u00a0pessoal;<br \/>\nIV \u2013 mencionar, sempre que poss\u00edvel, as fontes de que se serviu quando pregar ou\u00a0escrever. A autenticidade deve ser a caracter\u00edstica marcante na a\u00e7\u00e3o pastoral;<br \/>\nV \u2013 nas visitas e contatos pessoais com suas ovelhas, ter elevado respeito pelo lar\u00a0que o recebe e pelas pessoas com quem dialoga (Colossenses 4.6);<br \/>\nVI \u2013 guardar sigilo absoluto sobre o que saiba em raz\u00e3o do aconselhamento,\u00a0atendimentos e problemas daqueles que o procuram para orienta\u00e7\u00e3o, n\u00e3o usando,\u00a0jamais, as experi\u00eancias da conversa\u00e7\u00e3o pastoral como fontes de ilustra\u00e7\u00e3o para\u00a0suas mensagens, palestras, icompara\u00e7\u00f5es ou conversas (I Tim\u00f3teo 3.1-6);<br \/>\nVII \u2013 ser imparcial no seu pastorado, quer no tratamento de problemas, quer na\u00a0aten\u00e7\u00e3o para com os membros de sua Igreja;<br \/>\nVIII \u2013 empregar com fidelidade seu tempo e energias, exercendo os seus dons e\u00a0talentos, adotando convenientes h\u00e1bitos de trabalho e programas feitos com\u00a0racionalidade;<br \/>\nIX \u2013 ter consci\u00eancia, como l\u00edder do povo de Deus, de que n\u00e3o pode saber todas as\u00a0coisas e, por isso, deve assessorar-se de pessoas id\u00f4neas e capazes, inclusive\u00a0colegas, que possam ajud\u00e1-lo na formula\u00e7\u00e3o de planos e tomada de decis\u00f5es;<br \/>\nX \u2013 mostrar-se pronto a receber conselho e repreens\u00e3o, seja dos seus colegas de\u00a0minist\u00e9rio, seja de seus irm\u00e3os n\u00e3o-ministros, toda vez que sua conduta for julgada\u00a0repreens\u00edvel;<br \/>\nXI \u2013 respeitar as horas de trabalho dos membros de sua Igreja, evitando procur\u00e1los\u00a0ou incomod\u00e1-los em seu local de trabalho, para tratar de assuntos de menos\u00a0import\u00e2ncia ou adi\u00e1veis (Eclesiastes 3.1,11);<br \/>\nXII \u2013 n\u00e3o fazer proselitismo de membros de outras igrejas;\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 XIII \u2013 informar \u00e0 pessoa que lhe pedir conselhos, de forma clara e inequ\u00edvoca,\u00a0quanto aos eventuais riscos de suas pretens\u00f5es e as conseq\u00fc\u00eancias que poder\u00e3o\u00a0lhe advir de alternativa das decis\u00f5es que tiver de tomar como resultado de\u00a0aconselhamento pastoral;<br \/>\nXIV \u2013 ao aconselhar, ter o cuidado de n\u00e3o decidir pelo aconselhando, ou emitir\u00a0conceitos sobre pessoas denunciadas, antes de ouvi-las.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A DENOMINA\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\nArt. 14 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 Denomina\u00e7\u00e3o o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 manter-se leal aos ideais da Denomina\u00e7\u00e3o Batista ou cortar suas rela\u00e7\u00f5es com\u00a0ela, se, em boa consci\u00eancia, nela n\u00e3o puder permanecer;<br \/>\nII \u2013 prestar sua coopera\u00e7\u00e3o leal \u00e0 Ordem e \u00e0s entidades de sua Denomina\u00e7\u00e3o;<br \/>\nIII \u2013 trabalhar para melhorar a Denomina\u00e7\u00e3o em seus esfor\u00e7os por expandir e\u00a0estender o Reino de Deus;<br \/>\nIV \u2013 dosar a sua coopera\u00e7\u00e3o denominacional de modo a n\u00e3o comprometer a\u00a0efici\u00eancia de seu trabalho pastoral na Igreja, sua vida pessoal, familiar, matrimonial\u00a0e dom\u00e9stica;<br \/>\nV \u2013 n\u00e3o utilizar sua influ\u00eancia de posi\u00e7\u00e3o, cargo ou t\u00edtulo, para aliciamento e\/ou\u00a0encaminhamento de pessoas para serem empregadas em institui\u00e7\u00f5es e entidades\u00a0denominacionais;<br \/>\nVI \u2013 n\u00e3o desrespeitar entidades ou institui\u00e7\u00f5es denominacionais, injuriar ou difamar\u00a0os seus dirigentes;<br \/>\nVII \u2013 n\u00e3o procurar atingir qualquer posi\u00e7\u00e3o denominacional, agindo deslealmente\u00a0ou contr\u00e1rio aos princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00edblicos;<br \/>\nVIII \u2013 n\u00e3o se prevalecer de sua posi\u00e7\u00e3o denominacional ou ministerial para impor\u00a0sua vontade, ou de grupos que represente.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR QUANDO EXERCE ATIVIDADES\u00a0DENOMINACIONAIS<\/strong><br \/>\nArt. 15 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o ao exerc\u00edcio de atividades denominacionais em que serve,\u00a0com cargo eletivo ou como empregado, o Pastor n\u00e3o deve:<br \/>\nI \u2013 servir-se da entidade ou institui\u00e7\u00e3o denominacional para promo\u00e7\u00e3o pr\u00f3pria ou\u00a0vantagens pessoais ou familiares;<br \/>\nII \u2013 prejudicar moral ou materialmente a entidade ou institui\u00e7\u00e3o;<br \/>\nIII \u2013 usar o nome da entidade para promo\u00e7\u00e3o de produtos comerciais sem que os\u00a0mesmos tenham sido testados e comprovada a sua efic\u00e1cia na forma da lei;<br \/>\nIV \u2013 desrespeitar a entidade ou institui\u00e7\u00e3o, injuriar ou difamar os seus dirigentes.<br \/>\nV \u2013 usar sua posi\u00e7\u00e3o para coagir a opini\u00e3o de colega ou de subordinado;<br \/>\nVI \u2013 usar a sua posi\u00e7\u00e3o ou t\u00edtulo pastoral para garantir sua vaga funcional, em\u00a0entidade denominacional, ou para impedir processo de avalia\u00e7\u00e3o de seu\u00a0desempenho, ou sua demiss\u00e3o;<br \/>\nVII \u2013 usar seus t\u00edtulos ou posi\u00e7\u00e3o para desmoralizar ou denegrir imagem de\u00a0dirigente de institui\u00e7\u00e3o de entidade denominacional, que tenha lhe aplicado alguma\u00a0pena funcional ou mesmo a sua demiss\u00e3o;<br \/>\nVIII \u2013 Servir-se de sua posi\u00e7\u00e3o hier\u00e1rquica para obrigar subordinados a efetuar\u00a0atos em desacordo com a lei, com este C\u00f3digo ou com princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00edblicos;<br \/>\nIX \u2013 valer-se de sua influ\u00eancia pol\u00edtica ou ministerial em benef\u00edcio pr\u00f3prio ou de\u00a0outrem, devendo evitar qualquer atividade que signifique o aproveitamento dessa\u00a0influ\u00eancia para o mesmo fim;<br \/>\nX \u2013 patrocinar interesses de pessoas conhecidas ou parentes, que tenham\u00a0neg\u00f3cios, de qualquer natureza, com a institui\u00e7\u00e3o ou entidade em que atue,\u00a0ocupando cargo eletivo ou fun\u00e7\u00e3o executiva denominacional;<br \/>\nXI \u2013 prestar servi\u00e7os remunerados \u00e0 entidade, institui\u00e7\u00e3o ou qualquer organismo da\u00a0Denomina\u00e7\u00e3o, enquanto ocupar cargo eletivo no mesmo \u00e2mbito regional, mesmo\u00a0que seja apenas s\u00f3cio minorit\u00e1rio da empresa prestadora de servi\u00e7os ou\u00a0fornecedora de materiais ou equipamentos.<br \/>\nArt. 16 \u2013 O Pastor dever\u00e1 manter o sigilo profissional no exerc\u00edcio de cargo ou\u00a0fun\u00e7\u00e3o denominacional.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 No caso de ter ci\u00eancia de atos comprovadamente\u00a0il\u00edcitos ou que demonstrem ser prejudiciais \u00e0 institui\u00e7\u00e3o, entidade ou \u00e0 pr\u00f3pria\u00a0Denomina\u00e7\u00e3o, o Pastor empregado dever\u00e1 procurar o seu l\u00edder imediato na<br \/>\ninstitui\u00e7\u00e3o e formalizar, se poss\u00edvel por escrito, a sua opini\u00e3o. Se n\u00e3o for ouvido,\u00a0dever\u00e1 procurar o l\u00edder principal da institui\u00e7\u00e3o para tamb\u00e9m lhe apresentar a sua\u00a0opini\u00e3o e, em \u00faltima inst\u00e2ncia, se n\u00e3o ouvido, procurar o \u00f3rg\u00e3o administrativo ou\u00a0mantenedor da institui\u00e7\u00e3o ou para apresentar a sua den\u00fancia, munido com as<br \/>\ndevidas provas.<br \/>\nArt. 17 \u2013 O Pastor, empregado denominacional, dever\u00e1 se submeter \u00e0s\u00a0penalidades cab\u00edveis imputadas pelos \u00f3rg\u00e3os denominacionais a que ele estiver\u00a0sujeito, inclusive reparando poss\u00edveis danos por ele praticados contra a institui\u00e7\u00e3o,\u00a0assumindo as responsabilidades legais cab\u00edveis.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM OS SEUS COLEGAS DE MINIST\u00c9RIO<\/strong><br \/>\nArt. 18 \u2013 O relacionamento entre os pastores deve se basear no amor fraterno, no\u00a0respeito m\u00fatuo, na liberdade e independ\u00eancia ministerial de cada um. Assim, de\u00a0modo geral, em rela\u00e7\u00e3o aos seus colegas de minist\u00e9rio, o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 procurar relacionar-se bem com todos os pastores, especialmente aqueles com\u00a0quem trabalha na pr\u00f3pria Igreja ou Denomina\u00e7\u00e3o, como participantes na obra de\u00a0Deus, respeitando-lhes o minist\u00e9rio e com eles cooperando;<br \/>\nII \u2013 procurar servir aos colegas de minist\u00e9rio e suas fam\u00edlias, mediante conselho,\u00a0apoio e assist\u00eancia pessoal;<br \/>\nIII \u2013 recusar-se a tratar outros pastores como competidores, a fim de conseguir\u00a0uma Igreja, receber uma honraria ou alcan\u00e7ar sucesso estat\u00edstico;<br \/>\nIV \u2013 considerar todos os seus colegas como cooperadores na causa comum, e n\u00e3o\u00a0menosprezar, nem discriminar nenhum deles sob qualquer forma (Mateus 23.8,\u00a07.12; Filipenses 2.3; I Cor\u00edntios 3.5,7,9);<br \/>\nV \u2013 ser fiel em suas recomenda\u00e7\u00f5es de outros pastores para posi\u00e7\u00f5es na Igreja e\u00a0para o exerc\u00edcio de outras fun\u00e7\u00f5es;<br \/>\nVI \u2013 cultivar, com os colegas, o h\u00e1bito da franqueza, cortesia, hospitalidade,\u00a0diplomacia, boa vontade, lealdade e coopera\u00e7\u00e3o, dispondo-se a ajud\u00e1-los em suas\u00a0necessidades (Jo\u00e3o 15.17; Romanos 12.9,10,17,18; Prov\u00e9rbios 9.8,9);<br \/>\nVII \u2013 n\u00e3o se intrometer, tomar partido ou opinar sobre problemas que surgirem nas\u00a0Igrejas pastoreada por colegas (Mateus 7.12; Jo\u00e3o 15.17; I Pedro 4.15-17),<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 Se convidado pelo colega titular de uma Igreja, o Pastor\u00a0poder\u00e1 lhe conceder assessoria no trato de quest\u00f5es ministeriais.<br \/>\nVIII \u2013 n\u00e3o passar adiante qualquer not\u00edcia desabonadora de seu colega, nem\u00a0divulg\u00e1-la em p\u00fablico ou reservadamente a terceiros;<br \/>\nIX \u2013 ao tomar conhecimento de m\u00e1 conduta de um pastor, fazer contato com o colega em primeiro lugar e, se n\u00e3o for atendido ou se for imposs\u00edvel contat\u00e1-lo,\u00a0dirigir-se \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da Ordem, atrav\u00e9s da sua Se\u00e7\u00e3o, e dar-lhe ci\u00eancia do ocorrido;<br \/>\nX \u2013 ainda que leal e solid\u00e1rio com os colegas, o Pastor n\u00e3o est\u00e1 obrigado a silenciar\u00a0quando algum deles estiver desonrando o minist\u00e9rio; havendo provas concludentes,\u00a0deve tomar as medidas e atitudes aconselh\u00e1veis conforme o ensino de Jesus em\u00a0Mateus 18.15-17. Se n\u00e3o for ouvido em conversa particular, levar um ou dois<br \/>\ncolegas batistas como testemunhas e, se mesmo assim n\u00e3o for ouvido, em boa\u00a0consci\u00eancia comunique \u00e0 dire\u00e7\u00e3o da Ordem, atrav\u00e9s de sua Se\u00e7\u00e3o, a ocorr\u00eancia\u00a0para que as provid\u00eancias cab\u00edveis sejam tomadas no sentido de recuperar e, em\u00a0\u00faltimo caso, disciplinar o colega faltoso (I Tim\u00f3teo 5.19-24; Mateus 18.15-17;<br \/>\nG\u00e1latas 6.12);<br \/>\nXI \u2013 ter considera\u00e7\u00e3o e respeito para com todos os pastores jubilados e, quando se\u00a0jubilar, dar apoio e demonstrar amor ao seu pastor;\u00a0XII \u2013 revelar esp\u00edrito crist\u00e3o quanto aos predecessores aposentados que\u00a0permane\u00e7am na mesma Igreja;.<br \/>\nXIII \u2013 n\u00e3o aceitar convites para visitas de aconselhamento em resid\u00eancias, pregar,\u00a0ou dirigir qualquer tipo de cerim\u00f4nia na Igreja pastoreada por outro colega, ou na\u00a0resid\u00eancia de membros da Igreja, sem aprova\u00e7\u00e3o do colega, a n\u00e3o ser em casos de\u00a0emerg\u00eancia, em que possa colaborar para o bom nome do colega;<br \/>\nXIV \u2013 retornar \u00e0 Igreja a que serviu, para qualquer cerim\u00f4nia, s\u00f3 quando for\u00a0convidado pelo pastor atual;<br \/>\nXV \u2013 n\u00e3o tomar em considera\u00e7\u00e3o sondagens para outro pastorado, se o pastor da\u00a0Igreja interessada ainda estiver no cargo, ou ainda n\u00e3o tenha anunciado sua sa\u00edda\u00a0(Jo\u00e3o 15.17; Mateus 7.12; I Cor\u00edntios 10.23);<br \/>\nXVI \u2013 evitar permanecer na Igreja, quando deixar o pastorado, a fim de n\u00e3o\u00a0constranger o colega que o substituir, n\u00e3o interferindo no trabalho do seu\u00a0substituto, mantendo-se, contudo, \u00e0 sua disposi\u00e7\u00e3o para cooperar conforme suas\u00a0possibilidades (Mateus 7.12; I Cor\u00edntios 10.31);<br \/>\nXVII \u2013 valorizar e honrar o trabalho do seu antecessor, ao assumir um novo\u00a0pastorado, n\u00e3o fazendo nem permitindo coment\u00e1rios desairosos a seu respeito por\u00a0parte de membros do rebanho (Mateus 7.12; Prov\u00e9rbios 12.14; Hebreus 13.7);<br \/>\nXVIII \u2013 tratar com respeito e cortesia qualquer predecessor que voltar ao campo ou\u00a0estiver visitando sua Igreja;<br \/>\nXIX \u2013 enaltecer o minist\u00e9rio de seu sucessor, recusando-se a interferir, mesmo nas\u00a0m\u00ednimas coisas, na Igreja a que antes serviu;<br \/>\nXX \u2013 negar-se a falar desairosamente sobre a pessoa ou o minist\u00e9rio de outro\u00a0pastor, especialmente seu predecessor ou sucessor;<br \/>\nXXI \u2013 nunca aceitar convite para falar onde sabe que sua presen\u00e7a causar\u00e1\u00a0constrangimento ou atrito;<br \/>\nXXII \u2013 n\u00e3o criticar, publicamente, e a terceiros, reservadamente, erro doutrin\u00e1rio\u00a0ou ministerial de colega ausente, salvo seguindo os princ\u00edpios b\u00edblicos expressos em\u00a0Mateus 18.15-17, considerando como \u00faltima inst\u00e2ncia a Ordem;<br \/>\nXXIII \u2013 n\u00e3o divulgar ou permitir que sejam divulgadas, publicamente, observa\u00e7\u00f5es<br \/>\ndesabonadoras sobre a vida e atua\u00e7\u00e3o de outro Pastor;<br \/>\nXXIV \u2013 n\u00e3o criticar m\u00e9todos e t\u00e9cnicas utilizadas por outros pastores como sendo\u00a0inadequadas ou ultrapassadas;<br \/>\nXXV &#8211; n\u00e3o solicitar carta de transfer\u00eancia de membro de outra Igreja, sem\u00a0antes se certificar o motivo que induz a transfer\u00eancia do solicitante;<br \/>\nXXVI &#8211; em caso de transfer\u00eancia de membro com problema, a solicita\u00e7\u00e3o s\u00f3\u00a0dever\u00e1 ser feita ap\u00f3s a respectiva solu\u00e7\u00e3o na Igreja de origem;<br \/>\nXXVII &#8211; quanto a grupos dissidentes, n\u00e3o aceitar orient\u00e1-los ou pastore\u00e1los\u00a0sem pr\u00e9vio contato com a Igreja de origem e seu pastor e devido conhecimento\u00a0dos fatos.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR NO MINIST\u00c9RIO COLEGIADO<\/strong><br \/>\nArt. 19 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o aos colegas de minist\u00e9rio colegiado o Pastor, quando titular,\u00a0deve:<\/p>\n<p>I \u2013 relacionar-se bem com todos os pastores da equipe, considerando-os como\u00a0participantes na obra de Deus, respeitando-lhes o minist\u00e9rio e com eles\u00a0cooperando;<br \/>\nII \u2013 servir aos colegas do minist\u00e9rio colegiado e suas fam\u00edlias, mediante conselho,\u00a0apoio e assist\u00eancia pessoal;<br \/>\nIII \u2013 recusar-se a tratar os outros pastores da equipe como competidores, a fim de\u00a0receber uma honraria ou alcan\u00e7ar sucesso ministerial;<br \/>\nIV \u2013 negar-se a falar, desairosamente sobre a pessoa ou o minist\u00e9rio de outro\u00a0pastor que trabalha na equipe colegiada;<br \/>\nV \u2013 n\u00e3o utilizar sua posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a para for\u00e7ar ou coagir o colega no\u00a0minist\u00e9rio colegiado;<br \/>\nArt. 20 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o aos colegas de minist\u00e9rio colegiado o Pastor, quando n\u00e3o for\u00a0o titular, deve:<br \/>\nI \u2013 ser leal ao pastor titular e a ele apoiar, e se n\u00e3o for poss\u00edvel faz\u00ea-lo por motivo\u00a0doutrin\u00e1rio ou de consci\u00eancia, procurar outro lugar onde servir, em vez de lhe fazer\u00a0oposi\u00e7\u00e3o;<br \/>\nII \u2013 ser leal e colaborador para os demais colegas membros do minist\u00e9rio\u00a0colegiado;<br \/>\nIII &#8211; reconhecer seu papel e responsabilidade no minist\u00e9rio colegiado da Igreja, e\u00a0n\u00e3o se sentir amea\u00e7ado ou em competi\u00e7\u00e3o, em rela\u00e7\u00e3o a outros pastores da Igreja;<br \/>\nIV \u2013 manter bom relacionamento com outros ministros de sua \u00e1rea de\u00a0especialidade no minist\u00e9rio;<br \/>\nV \u2013 orientar, biblicamente, membros da Igreja que venham lhe apresentar suas\u00a0discord\u00e2ncias com o Pastor titular, trabalhando para gerar um ambiente de\u00a0concilia\u00e7\u00e3o entre as partes.<br \/>\nArt. 21 \u2013 O Pastor, titular ou n\u00e3o, deve recusar julgar ou participar em processo de\u00a0julgamento eclesi\u00e1stico, envolvendo colega membro da equipe colegiada que est\u00e1\u00a0em transgress\u00e3o com este C\u00f3digo, procurando, neste caso, ajud\u00e1-lo na situa\u00e7\u00e3o\u00a0referida, ou em caso disciplinar encaminh\u00e1-lo \u00e0 Ordem e somente depois disso<br \/>\ncomunicar \u00e0 Igreja a decis\u00e3o da Ordem.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 O Pastor titular n\u00e3o fica exclu\u00eddo do dever de avaliar o\u00a0desempenho dos membros de sua equipe pastoral colegiada, mesmo diante da\u00a0diretoria ou demais \u00f3rg\u00e3os da Igreja, devendo estabelecer claramente com a<br \/>\nequipe colegiada e com a Igreja os crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o e apresentando sua\u00a0avalia\u00e7\u00e3o antes, preferencialmente, em particular, aos membros da equipe\u00a0colegiada.<br \/>\nArt. 22 \u2013 O Pastor, titular ou n\u00e3o, n\u00e3o deve utilizar sua amizade na Igreja para\u00a0mobilizar movimentos ou pessoas contra colega membro da equipe colegiada,\u00a0mantendo-o sempre informado de opini\u00f5es que lhe s\u00e3o contr\u00e1rias e se colocando \u00e0\u00a0sua disposi\u00e7\u00e3o para o ajudar na solu\u00e7\u00e3o dessas situa\u00e7\u00f5es.<br \/>\nArt. 23 \u2013 No minist\u00e9rio colegiado ou em modalidades ministeriais de parcerias, o\u00a0Pastor, l\u00edder ou liderado, n\u00e3o deve se prevalecer do t\u00edtulo pastoral para se eximir de\u00a0compromissos e responsabilidades inerentes \u00e0 fun\u00e7\u00e3o que exerce ou se considerar\u00a0isento de se sujeitar \u00e0 hierarquia inerente ao trabalho que se prop\u00f4s realizar.<br \/>\nArt. 24 \u2013 Em caso de necessidade da demiss\u00e3o de um Pastor n\u00e3o titular, o titular\u00a0deve faz\u00ea-lo com toda honra e dignidade, respeitando o colega e explicando-lhe os\u00a0motivos da demiss\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>DOS DEVERES DO PASTOR PARA COM A SOCIEDADE E A POL\u00cdTICA<\/strong><br \/>\nArt. 25 \u2013 Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sociedade o Pastor deve:<\/p>\n<p>I \u2013 ser prudente ao relacionar-se com as pessoas, principalmente no que diz\u00a0respeito a quest\u00f5es sexuais e afetivas (I Tm 5.1,2);<br \/>\nII &#8211; ser part\u00edcipe da vida da comunidade em que a Igreja estiver localizada,\u00a0identificando-se, quando poss\u00edvel, com sua causa e, da mesma forma,\u00a0solidarizando-se com os anseios de seus moradores, procurando apoi\u00e1-los quanto<br \/>\nposs\u00edvel nos esfor\u00e7os para satisfa\u00e7\u00e3o deles;<br \/>\nIII \u2013 imprimir em sua comunidade, mediante o exemplo de vida, o esp\u00edrito de\u00a0altru\u00edsmo e participa\u00e7\u00e3o;<br \/>\nIV \u2013 procurar conhecer as autoridades de sua comunidade, honrando-as e\u00a0incentivando-as no desempenho de sua miss\u00e3o (Rm 13.1-7);<br \/>\nV \u2013 agir dentro do esp\u00edrito crist\u00e3o, sem discriminar qualquer pessoa, quando estiver\u00a0presente \u00e0s comemora\u00e7\u00f5es e celebra\u00e7\u00f5es c\u00edvicas que ocorrem na sua comunidade;<br \/>\nVI \u2013 praticar a cidadania crist\u00e3 respons\u00e1vel, sem engajar-se em partidos pol\u00edticos\u00a0ou atividades pol\u00edticas que n\u00e3o sejam \u00e9ticas, b\u00edblicas ou prudentes;<br \/>\nVII \u2013 dar apoio \u00e0 moralidade p\u00fablica na comunidade, por meio de testemunho\u00a0prof\u00e9tico respons\u00e1vel e de a\u00e7\u00e3o social;<br \/>\nVIII \u2013 aceitar responsabilidades a servi\u00e7o da comunidade, compat\u00edveis com os\u00a0ideais b\u00edblicos, reconhecendo que o pastor tamb\u00e9m tem um minist\u00e9rio p\u00fablico;<br \/>\nIX \u2013 considerar como sua responsabilidade principal ser pastor da Igreja e n\u00e3o\u00a0negligenciar deveres pastorais para servir na comunidade;<br \/>\nX \u2013 ser obediente \u00e0s leis do Estado, desde que elas n\u00e3o exijam sua desobedi\u00eancia \u00e0\u00a0lei de Deus;<br \/>\nXI &#8211; abster-se do comprometimento com organiza\u00e7\u00f5es cujos princ\u00edpios e atividades\u00a0sejam conflitantes com o Evangelho de Cristo.<\/p>\n<p><strong>DO SIGILO NO EXERC\u00cdCIO DO MINIST\u00c9RIO PASTORA<\/strong>L<br \/>\nArt. 26 \u2013 O sigilo proteger\u00e1 a pessoa atendida em tudo o que o Pastor ouve, v\u00ea ou\u00a0de que tem conhecimento como decorr\u00eancia do exerc\u00edcio de sua atividade pastoral.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00fanico \u2013 O sigilo de que trata este artigo \u00e9 inerente ao exerc\u00edcio do\u00a0minist\u00e9rio pastoral, impondo-se o seu respeito, salvo grave amea\u00e7a ao direito \u00e0\u00a0vida, \u00e0 honra ou quando o Pastor se veja confrontado pela pr\u00f3pria pessoa de quem\u00a0obteve o sigilo e em defesa pr\u00f3pria.<br \/>\nArt. 27 \u2013 A quebra de sigilo tamb\u00e9m ser\u00e1 admiss\u00edvel quando se tratar de\u00a0fato delituoso e a gravidade de suas conseq\u00fc\u00eancias, para a pr\u00f3pria pessoa\u00a0atendida ou para terceiros, puder criar ao Pastor o imperativo de<br \/>\nconsci\u00eancia em denunciar o fato.<br \/>\nArt. 28 \u2013 O Pastor deve guardar sigilo, mesmo em depoimento judicial, sobre o\u00a0que saiba em raz\u00e3o de seu exerc\u00edcio ministerial, cabendo-lhe recusar-se a depor\u00a0como testemunha em processo no qual ocorra situa\u00e7\u00e3o em que serviu no\u00a0aconselhamento ou orienta\u00e7\u00e3o pastoral.<\/p>\n<p><strong>DA OBSERV\u00c2NCIA, DA APLICA\u00c7\u00c3O E DO CUMPRIMENTO DESTE C\u00d3DIGO DE\u00a0\u00c9TICA<\/strong><br \/>\nArt. 29 \u2013 O julgamento das quest\u00f5es relacionadas \u00e0 transgress\u00e3o dos preceitos\u00a0deste C\u00f3digo ser\u00e1 realizado atrav\u00e9s da Se\u00e7\u00e3o Estadual ou Regional, cabendo \u00e0s\u00a0Comiss\u00f5es de \u00c9tica das Se\u00e7\u00f5es respectivas dar os primeiros encaminhamentos com\u00a0vistas a recuperar o Pastor faltoso ou promover a concilia\u00e7\u00e3o, quando mais pessoas<br \/>\nestiveram envolvidas.<br \/>\nArt. 30 \u2013 O encaminhamento dos processos \u00e0 Comiss\u00e3o de \u00c9tica das Se\u00e7\u00f5es ser\u00e1\u00a0feito nos termos regimentais das respectivas Se\u00e7\u00f5es.<br \/>\nArt. 31 \u2013 Os depoimentos e acusa\u00e7\u00f5es dever\u00e3o vir, em documento,\u00a0preferencialmente, redigido de pr\u00f3prio punho, e sempre assinado, caso seja\u00a0digitado ou datilografado, todas as vias dever\u00e3o ser assinadas pelo depoente.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00danico \u2013 Abaixos assinados, quando possu\u00edrem mais de uma via,\u00a0dever\u00e3o ser rubricados em todas as vias, p\u00f4r, pelo menos, 5 (cinco) pessoas da\u00a0lista de assinaturas presentes na \u00faltima folha.<br \/>\nArt. 32 \u2013 A Comiss\u00e3o de \u00c9tica das Se\u00e7\u00f5es, ou qualquer membro da Ordem, n\u00e3o\u00a0pode usar do julgamento como instrumento de press\u00e3o contra a Igreja ou\u00a0organismo denominacional para que se apliquem san\u00e7\u00f5es ao Pastor ou exija-se a\u00a0sua retirada do cargo ou fun\u00e7\u00e3o que exerce.<br \/>\nArt. 33 \u2013 Recebida uma reclama\u00e7\u00e3o ou den\u00fancia contra Pastor, membro da Ordem,\u00a0a Comiss\u00e3o de \u00c9tica da Se\u00e7\u00e3o dever\u00e1 dar-lhe ci\u00eancia da exist\u00eancia do processo e do\u00a0seu andamento na Comiss\u00e3o, convocando-o para prestar os esclarecimentos\u00a0necess\u00e1rios, sempre com anteced\u00eancia m\u00ednima de 15 (quinze) dias.<br \/>\nPar\u00e1grafo \u00fanico \u2013 Constituir\u00e1 falta grave a recusa de\u00a0comparecimento perante a Comiss\u00e3o de \u00c9tica.<br \/>\nArt. 34 \u2013 Quando se tratar de den\u00fancia, a Comiss\u00e3o de \u00c9tica da Se\u00e7\u00e3o dever\u00e1\u00a0comunicar ao denunciante a instaura\u00e7\u00e3o do processo.<br \/>\nArt. 35 \u2013 Tanto a parte denunciante quanto a denunciada poder\u00e3o requerer a\u00a0qualquer momento ci\u00eancia do andamento do processo, bem como o acesso a\u00a0documentos nele contidos.<br \/>\nArt. 36 \u2013 Do julgamento realizado e da decis\u00e3o, caber\u00e1 ao Pastor, recurso que\u00a0dever\u00e1 ser encaminhado \u00e0 Diretoria da Se\u00e7\u00e3o, dentro do prazo regimental, em\u00a0primeira inst\u00e2ncia.<br \/>\n\u00a7 1\u00ba &#8212; Das decis\u00f5es caber\u00e1 recurso \u00e0 Ordem que o apreciar\u00e1 atrav\u00e9s de sua\u00a0Diretoria e ou do seu Conselho, como inst\u00e2ncia final.<br \/>\n\u00a7 2\u00ba &#8211; A Ordem ter\u00e1 uma Comiss\u00e3o de \u00c9tica de car\u00e1ter permanente ou especial, a\u00a0quem caber\u00e1 os estudos decorrentes das medidas deste artigo, por delega\u00e7\u00e3o da\u00a0Diretoria ou do seu Conselho.<\/p>\n<p><strong>DAS SAN\u00c7\u00d5ES APLIC\u00c1VEIS<\/strong><br \/>\nArt. 37 \u2013 Os preceitos deste C\u00f3digo s\u00e3o de observ\u00e2ncia obrigat\u00f3ria e a sua viola\u00e7\u00e3o\u00a0sujeitar\u00e1 o infrator e quem, de qualquer modo, com ele concorrer, ao seguinte:<\/p>\n<p>I \u2013 advert\u00eancia reservada;<br \/>\nII \u2013 censura p\u00fablica;<br \/>\nIII \u2013 desligamento do rol de filia\u00e7\u00e3o da Ordem .<br \/>\n\u00a7 1\u00ba &#8211; As penas e censura p\u00fablica e exclus\u00e3o do rol s\u00f3 poder\u00e3o ser aplicadas por\u00a0decis\u00e3o da Se\u00e7\u00e3o em Assembl\u00e9ia.<br \/>\n\u00a7 2\u00ba &#8211; As penas aplicadas, dever\u00e3o ser, obrigat\u00f3ria e oficialmente, comunicadas \u00e0\u00a0Ordem, que dar\u00e1 ci\u00eancia a todas Se\u00e7\u00f5es.<br \/>\n\u00a7 3\u00ba &#8211; A aplica\u00e7\u00e3o das penas obedecer\u00e1 \u00e0 grada\u00e7\u00e3o definida neste artigo,\u00a0considerando-se a gravidade da acusa\u00e7\u00e3o ou den\u00fancia pela extens\u00e3o dos danos e\u00a0suas conseq\u00fc\u00eancias.<\/p>\n<p><strong>DAS AGRAVANTES APLIC\u00c1VEIS<\/strong><br \/>\nArt. 38 \u2013 Considera-se manifesta gravidade:<\/p>\n<p>I \u2013 imputar a algu\u00e9m fato anti\u00e9tico de que o saiba inocente, dando causa a\u00a0instaura\u00e7\u00e3o de processo \u00e9tico;<br \/>\nII \u2013 acobertar ou ensejar o exerc\u00edcio il\u00edcito da atividade ministerial ou de profiss\u00f5es\u00a0consideradas ilegais;<br \/>\nIII \u2013 ter sido condenado anteriormente por processo \u00e9tico na Ordem, em qualquer\u00a0regi\u00e3o do pa\u00eds ou fora dele;<br \/>\nIV &#8211; praticar ou ensejar atividade torpe, assim considerada pelas leis do pa\u00eds e\u00a0pelos princ\u00edpios \u00e9ticos b\u00edblicos.<\/p>\n<p><strong>DAS ATENUANTES APLIC\u00c1VEIS<\/strong><br \/>\nArt. 39 \u2013 Constituem-se atenuantes na aplica\u00e7\u00e3o das penas:<br \/>\nI \u2013 n\u00e3o ter sido antes condenado por infra\u00e7\u00e3o \u00e9tica;<br \/>\nII \u2013 ter reparado ou minorado o dano;<br \/>\nIII \u2013presta\u00e7\u00e3o de relevantes servi\u00e7os \u00e0 Denomina\u00e7\u00e3o e igrejas\u00a0batistas, assim considerados pela Se\u00e7\u00e3o ou pela Ordem, nos termos do artigo 36 e\u00a0seu par\u00e1grafo.<\/p>\n<p><strong>DAS DISPOSI\u00c7\u00d5ES GERAIS<\/strong><br \/>\nArt. 40 \u2013 O Pastor poder\u00e1 requerer desagravo p\u00fablico \u00e0 Ordem, atrav\u00e9s de sua\u00a0Se\u00e7\u00e3o ou diretamente, quando se sentir atingido p\u00fablica e injustamente, no\u00a0exerc\u00edcio do minist\u00e9rio pastoral ou em sua vida pessoal e familiar.<br \/>\nArt. 41 \u2013 O Pastor est\u00e1 obrigado a acatar e respeitar as decis\u00f5es da Ordem.<\/p>\n<p>Art. 42 \u2013 A alega\u00e7\u00e3o de ignor\u00e2ncia ou a m\u00e1 compreens\u00e3o dos preceitos deste\u00a0C\u00f3digo n\u00e3o exime de penalidade o infrator.<br \/>\nArt. 43 \u2013 O Pastor condenado por infra\u00e7\u00e3o \u00e9tica prevista neste C\u00f3digo poder\u00e1 ser\u00a0objeto de reabilita\u00e7\u00e3o, na forma prevista no Estatuto e Regimento Interno da\u00a0Ordem.<br \/>\nArt. 44 \u2013 As omiss\u00f5es deste C\u00f3digo ser\u00e3o resolvidas pela Diretoria da Ordem.<br \/>\nArt. 45 \u2013 O presente C\u00f3digo entra em vigor na data de sua aprova\u00e7\u00e3o e as suas\u00a0altera\u00e7\u00f5es ser\u00e3o feitas em Assembl\u00e9ia, em cuja convoca\u00e7\u00e3o conste reforma de\u00a0\u00e9tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00d3DIGO DE \u00c9TICA DA OPBB PRE\u00c2MBULO A Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, fundada em 1940, \u00e9 uma Associa\u00e7\u00e3o Civil\u00a0federativa, de car\u00e1ter religioso, formada das Se\u00e7\u00f5es existentes no \u00e2mbito das\u00a0Conven\u00e7\u00f5es Batistas Estaduais, ou Regionais, composta de Pastores Batistas,\u00a0membros de Igrejas filiadas \u00e0 Conven\u00e7\u00e3o Batista Brasileira. 2. C\u00f3digo de \u00e9tica \u00e9 um conjunto de normas indicativas [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_themeisle_gutenberg_block_has_review":false,"footnotes":""},"categories":[68],"tags":[],"class_list":{"0":"post-563","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","6":"category-ordem-dos-pastores-batistas"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/563"}],"collection":[{"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=563"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/563\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3283,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/563\/revisions\/3283"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=563"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=563"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/batista-ma.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=563"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}